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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Médica demitida do Sírio nega divulgação de dados de Marisa e diz ser alvo de ameaças de morte

Por Estadão Conteúdo
Demitida do Hospital Sírio-Libanês acusada de vazar informações sigilosas sobre o estado de saúde da ex-primeira-dama Marisa Letícia, a médica Gabriela Munhoz, de 31 anos, diz estar recebendo ameaças de morte após o episódio e nega ter divulgado qualquer dado da paciente.
Em entrevista ao Estado, o pai de Gabriela, o também médico Mario Munhoz, de 58 anos, afirmou que, desde que o caso foi divulgado, no último dia 2, a filha já recebeu mais de 300 e-mails com xingamentos e ameaças. “São mensagens a chamando de assassina, de vagabunda, dizendo que vão matá-la e que ela vai ser perseguida para o resto da vida”, conta ele. Segundo Munhoz, a filha não está em condições de dar entrevista pois está fazendo acompanhamento psicológico e muito abalada com a repercussão do caso.
No início da noite desta terça-feira, 7, a médica divulgou uma nota em que afirma jamais ter divulgado ou compartilhado imagens de exames médicos da Dona Marisa Letícia, nem informações sigilosas sobre seu diagnóstico. “Não tive contato visual ou pessoal com ela nem com seu prontuário médico”, diz ela, no texto. O pai de Gabriela afirma que, se a filha tivesse acessado qualquer dado do prontuário da paciente, haveria registro do acesso em seu login do hospital, o que não aconteceu.


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