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quinta-feira, 30 de março de 2017

Seu cocô diz muito sobre a sua saúde...

De acordo com a Bristol Stool Chart (Escala de Fezes de Bristol, em tradução livre) existem sete tipos básicos de cocô, que variam de formato e consistência.

Esse método está de acordo com a quantidade de tempo que a comida demorou para ser digerida pelo corpo até chegar à forma de fezes, conforme relatado pelo portal Bolsa de Mulher. A ideia de boiar ou afundar está relacionada à composição das fezes.
Assim, de acordo com o coloproctologista Alexandre Fonoff, coordenador do Centro de Coloproctologia do Hospital Samaritano, de São Paulo, é tudo uma questão de física e química. “Se as fezes boiam, é porque há um predomínio de componentes menos densos do que a água na sua composição e, se elas afundam, é porque a densidade desses componentes é superior à da água”, disse em entrevista ao portal.
Os formatos considerados “saudáveis” segundo a tabela, são os de tipo 3 e 4, que conseguem passar por todo o sistema digestivo e no final, apresentar maior consistência. Já os de tipo 1 e 2, indicam evidências de prisão de ventre. Fezes mais moles, no caso 5, 6 e 7, estão associadas a quadros de diarreia.

Dessa forma, quando o cocô boia significa que os componentes são menos densos do que a água, como gordura, por exemplo, o que indica uma alimentação com comidas gordurosas. Além disso, ainda pode ficar evidente a presença de pequenas bolhas, o que indica que a pessoa produz muitos gases, seja por causa dos hábitos alimentares ou por uma condição chamada Síndrome do Intestino Curto – insuficiência de absorção de nutrientes pelo intestino delgado.
No caso de as fezes afundarem, o que significa que são mais compactas e densas, e, portanto, saudáveis. Isso está associado a uma dieta rica em fibras vegetais e água, além de pobre em gorduras e bolhas gasosas.
Jornal Ciência



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