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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Médicos revelam qual é a pior dor do mundo, e você ficará chocado com a resposta

Já parou para pensar em qual seria a pior do mundo? Enquanto as mulheres consideram que a dor do parto lidera a lista, os homens, por outro lado, assumem que uma pancada na região íntima é o caso.

Contudo, conforme relatado pelo Diário de Biologia, médicos revelaram que o sofrimento mais cruel experimentado pelo corpo é provocado por uma doença que a maioria das pessoas sequer tem conhecimento. Trata-se de um distúrbio do nervo responsável pelos movimentos da face, composto por três ramificações: oftálmica, maxilar e mandibular.
A dor em questão surge quando este nervo de três ramificações é tocado por uma artéria. Quando isso ocorre, ele deixa de funcionar corretamente, provocando uma sensação de choque, que pode se espalhar por várias partes do rosto, incluindo testa, olhos, nariz e boca. O desconforto pode ser causado por ações simples, como o ato de se barbear ou pentear os cabelos.
Conforme explicado pelo neurologista Luiz Roberto, professor da PUC Minas, em entrevista à revista Encontro, quando a pessoa tem o problema, as dores podem aparecer até centenas de vezes em um único dia. Logo, além da agonia provocada, a vítima ainda sofre por antecipação pela expectativa de sentir a dor.
Considerando que no passado não havia muitas formas de tratamento, as pessoas chegavam a cometer suicídio para acabar com o sofrimento.
Segundo Dr. Luiz Roberto, o problema pode acometer pessoas em qualquer faixa etária, embora seja mais comum naquelas com mais de 50 anos. Elas são mais suscetíveis porque à medida que o corpo envelhece, as artérias vão se tornando enrijecidas e criam uma espécie de alça, o que aumenta as chances de serem tocadas. Então, quando esse contato ocorre, é muito comum que as fibras sejam irritadas, consequentemente provocando a dor insuportável.
Contudo, esse distúrbio pode ser tratado por meio de medicamentos indicados por neurologistas, que podem incluir ou não a administração de drogas usadas para tratar convulsão e epilepsia. Se tomadas regularmente, são capazes de interromper a dor. No entanto, quando esse método não é eficaz, somente uma cirurgia pode ajudar o paciente.
Jornal Ciência com Diário de Biologia




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