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domingo, 17 de setembro de 2017

Polícia da Tanzânia realiza prisão em massa de pessoas acusadas de serem homossexuais

Dois homens negros de mãos dadas
Vinte pessoas foram presas no sábado (16) no arquipélago de Zanzibar, região semi-autônoma sob controle do governo da Tanzânia. Os presos são acusados de serem homossexuais, o que é crime no país. A informação é da polícia local.
Ao todo, 12 mulheres e oito homens foram presos. Eles estavam em um hotel, onde participavam de um treinamento sobre a prevenção ao HIV/Aids.
No começo do ano, o governo da Tanzânia proibiu que clínicas privadas oferecessem tratamento para o HIV/Aids. A alegação era de que o serviço encorajava o sexo gay.
O sexo gay entre homens é punido com até 30 anos de cadeia no país.
“Eles estão envolvidos em práticas homossexuais. Nós os prendemos e estamos ocupados interrogando-os neste momento. A polícia não pode fazer vista grossa para esta prática”, disse ontem à TV estatal do país o chefe da polícia local, Hassan Ali Nasri.
Na última sexta-feira, um dirigente do Ministério da Saúde local prometeu ao Congresso do país “lutar com todas as nossas forças contra os grupos que promovem a homossexualidade”, segundo a agência AFP.
Em julho de 2016, o governo também baniu a importação e as vendas de lubrificantes sexuais. O ministro da Saúde disse à época que este tipo de produto encorajava a prática homossexual e, portanto, disseminava o vírus do HIV.
Apesar da proibição, a população da Tanzânia era uma das mais tolerantes com a homossexualidade até recentemente. Isto começou a mudar quando o governo assumiu um discurso anti-gay mais radical, dizem correspondentes estrangeiros no país.
BBC Brasil

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